EDITORIAL - PERDENDO A ESSÊNCIA: Brigas e Disputas pelo comando das Assembleias de Deus no Brasil deixam cenários e guerra na Denominação
Nos últimos dias, o que temos visto em nosso tempo são períodos extremamente difíceis em todos os sentidos, onde para muitas pessoas tem sido um divisor de águas, e para outras a revelação das caras de determinados agentes públicos, seja no âmbito político ou religioso.
O que era para ser um cenário de união em prol do resgate de vidas ao Reino dos Céus, se torna um verdadeiro campo de guerra em busca do poder de igrejas cristãs, causando assim as Dissensões e Divisões.
O CENÁRIO DE GUERRA NAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL
Considerada a Maior Denominação Evangélica do País, as Assembleias de Deus no Brasil tem vivenciado nos últimos dias um cenário de conflitos e guerras promovida por seus líderes eclesiásticos.
Antes de qualquer coisa vale ressaltar que a Denominação em questão nos anos anteriores viveu momentos de protagonismo, onde as marcas e direções que norteiam a instituição religiosa nascida e gerada em Belém-PA no ano de 1911, por meio dos seus pioneiros e missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vigren impactaram, e impactam até os Dias de Hoje muitas vidas.
No entanto, após ganhar a notoriedade da sociedade brasileira, a Igreja começou a trabalhar suas influências na política, na qual elegeu diversos representantes nos mais variados cargos e espaços de tomada de decisões governamentais.
Isso de uma certa forma encheu os olhos dos líderes locais que no geral passaram a trabalhar seus reinados familiares dentro de campos da denominação e convenções pastorais pelo país.
AS CONSEQUENCIAS DAS RACHAS E DISPUTAS PELO PODER ECLESIÁSTICO
No Contexto Geral, os Reinados das Dinastias Familiares dentro da Denominação pelo País tem causado episódios de desentendimentos e divisões internas, fazendo com que pastores rompesse as relações com as instituições, decretando as suas independências.
Ao falar disto, recentemente observamos no noticiário cenários de rachas e conflitos envolvendo a Convenção COMADESMA onde diante da persistência do atual presidente José Alves Cavalcante em não deixar a liderança diante de escândalos e citações em investigações judiciais, causou a reação de pastores afiliados que decidiram se desligar da referida convenção, por outro lado, após o rompimento, vem a indignação de fiéis que observando o confronto de pastores para disputar o comando daquele campo, deixam seu grito por não desejar nenhum daqueles que ali se degladiam entre si, como foi o Caso do Campo de Imperatriz, no Sul do Estado do Maranhão.
Veja o Vídeo Abaixo:
O QUE A BIBLIA DIZ SOBRE O ASSUNTO?
Deus não é Deus de confusão, e sim de paz. A Bíblia quando fala sobre a discórdia, intrigas, desordem e confusão quase sempre nos adverte sobre os danos que essas práticas causam nas vidas das pessoas e da igreja.
Os filhos de Deus devem marcar a diferença, vivendo de forma orientada e pacífica, amando até mesmo os seus inimigos.
Por vezes, a confusão era enviada da parte de Deus para confundir e punir os Seus inimigos ou para corrigir o Seu próprio povo por causa da desobediência.
- Há seis coisas que o Senhor odeia,
sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa,
mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos,
pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras
e aquele que provoca discórdia
entre irmãos.
Provérbios 6:16-19
- Recomendo, irmãos, que tomem cuidado com aqueles que causam divisões e põem obstáculos ao ensino que vocês têm recebido. Afastem-se deles.
Romanos 16:17
Observados tais fatos, cabe aos Verdadeiros Cristãos que estejam vigilantes e atentos, e se afastar daqueles que promovem a guerra, e clamar para que Deus dê as soluções necessárias para estes conflitos em seu Reino na Terra.
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