EDITORIAL - SENTIU A PRESSÃO E AMARELOU: O Senador Amapaense e sua Manobra de mudar o Jogo Eleitoral Fracassada.
Em Brasilia parece que as coisas não andam muito bem para aqueles que de tal forma desejam impor seus modos operandis a uma população cansada e revolta de tantos Desmandos motivando o atraso do país em sua reputação perante aos olhares mundiais.
O Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) durante estes últimos dias tem sentido os avanços das forças políticas de Direita como consequência da vitória de Donald Trump nos EUA em novembro deste ano, com este impacto e a iminência da queda do Presidente Lula (PT) nas eleições de 2026, tem se levantado para articular manobras parlamentares para impedir o avanço da direita no Senado Federal em Brasilia-DF.
Recentemente o Parlamentar tem protocolado o projeto de lei que propunha alterações significativas na forma de eleição para o Senado Federal, tal proposta tinha como objetivo reduzir as probabilidades do Ex-Presidente Jair Bolsonaro (PL) aumentar sua força política na casa onde certamente representa os Estados Federados que são eleitos por Voto Majoritário.
No modelo atual, os eleitores têm direito a dois votos para senador nessas eleições, e os dois candidatos mais votados são eleitos. Randolfe argumentava que esse sistema permite concentração de poder, possibilitando que todos os senadores de uma unidade da federação pertençam ao mesmo grupo político, mesmo que uma parte expressiva do eleitorado tenha outras preferências.
A proposta visava a implementar o chamado voto único intransferível, no qual cada eleitor teria direito a apenas um voto, e as duas vagas seriam preenchidas pelos candidatos mais votados. Segundo Randolfe, essa mudança estimularia uma representação política mais plural e diversa, mitigando os riscos da polarização e da “tirania da maioria”.
O projeto defende que esse sistema tem precedentes históricos e internacionais. De acordo com o texto, no Brasil Imperial, mecanismos semelhantes foram adotados para promover maior equilíbrio político. Na Argentina, o Senado utiliza um modelo que combina maiorias e minorias, atribuindo cadeiras de forma proporcional entre os partidos mais votados.
A proposta ganhou notoriedade pelo seu potencial de afetar os planos eleitorais de Bolsonaro. O ex-presidente tem como estratégia lançar candidatos competitivos em Estados conservadores para assegurar maior controle no Senado. Com o modelo atual, isso seria facilitado, mas o sistema de voto único poderia fragmentar o apoio e dificultar esse plano.
Talvez o Parlamentar tenha sentido peso na consciência, ou que de forma indireta se viram pressões por parte de colegas parlamentares acerca da proposta apresentada, que sem justificativa, Randolfe retirou nesta Terça-Feira (10/12) o projeto de sua autoria, onde em sua atitude mostra sua falta de coragem e fragilidade e incapacidade política de lidar com circunstâncias que certamente quando impacta uma grande parcela de pessoas, as "pedradas" também vêm em cheio.
E isso também só mostra o quanto que a população precisa estar atenta e preparada para desta forma reagir à aqueles que por medo tentam impor seu formato de governo sobre suas vidas, e assim garantir com que suas liberdades constitucionais sejam respeitadas!
No mais aguardemos os Próximos Episódios!
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